Quando eu tinha nada, também sentia nada!
Quando passeir a não ter nada, comecei a não sentir também nada!
Perdi o nada de todas as maneiras!
Professor Adjunto da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT/Sinop, Instituto de Ciências Naturais Humanas e Sociais - ICNHS Atualmente doutorando - PPGDR - Unijuí/UniLaSalle
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Brouillons - Loucura - Não há ilusão na ilusão
Ser louco, requer antes de mais nada uma grande capacidade cerebral, criatividade entre outras coisas...
Pensei isso pois quando em estado normal, temos que ser atingidos cotidianamente pela mídia, pela família, pelo Estado, pela Igreja para que aceitemos ser de um jeito ou de outro.
Um louco consegue criar seu próprio universo, resistindo as mais contundentes imagens e textos e discursos que lhe são bombardeados. Fora as terapias, choques, etc.
A loucura pode ser uma fuga, pode ser um distúrbio, um trauma, o que for, mas seus 'adeptos' são inflexivelmente perseverantes, inalienáveis, fiéis as suas crenças, não se iludem dentro de suas ilusões.
Pensei isso pois quando em estado normal, temos que ser atingidos cotidianamente pela mídia, pela família, pelo Estado, pela Igreja para que aceitemos ser de um jeito ou de outro.
Um louco consegue criar seu próprio universo, resistindo as mais contundentes imagens e textos e discursos que lhe são bombardeados. Fora as terapias, choques, etc.
A loucura pode ser uma fuga, pode ser um distúrbio, um trauma, o que for, mas seus 'adeptos' são inflexivelmente perseverantes, inalienáveis, fiéis as suas crenças, não se iludem dentro de suas ilusões.
Prova que é prova não prova, só aprova ou desaprova!
"Vi na tv uma propaganda das Havaianas onde alguém entra num camarin e uma artista está de calcinha e soutien. Após um grito ela imediatamente se cobre com um robe. Reação natural porque, se por acaso você entrar enganado em um provador feminino de roupas e alguma mulher estiver de calcinha e soutien, provavelmente, haverá uma reação idêntica e ela tentará se cobrir de alguma maneira. Com certeza tal indumentária será muito maior que a mesma em formato igual, usada com orgulho em público e que convencionamos chamar de biquini.
O que muda? Nada! O tecido do biquini é o mesmo na maioria das vezes, no caso da calcinha o tecido está presente cobrindo uma extensão muito maior do que o biquini. Soutien, idem.
Porque um só pode ser usado e visto por alguém íntimo e o outro, mais exíguo e revelador pode circular em público no meio de completos estranhos?
A resposta está no que as pessoas resolveram convencionar do que é certo e do que é errado. As elucubrações acima me trazem à lembrança um fato que supostamente aconteceu em alguma ilha da Polinésia e que vou contar com minhas palavras:
Alguns padres chegaram chegaram a uma ilha, um pedaço do paraíso, onde “selvagens” viviam adorando deuses que não eram permitidos pelas convenções dos religiosos. Logo os visitantes trataram de expurgar aquilo dos nativos e impôr-lhes a verdade deles, que segundo eles era a certa e a melhor.
Bueno, voltando aos padres: Fizeram uma cerimônia onde foram batizados todos os nativos. Consistia em aspergir em suas cabeças água devidamente abençoada por um deles. Com essa simples cerimônia eles passariam de pagãos a cristãos e estariam aptos a iniciar uma vida de sofrimento e lamentações e, depoooois, beeem depois, daí sim iriam para o paraíso. Paraíso agora? Nem pensar!
Todos fizeram uma fila e após um dos padres jogar água na cabeça do nativo, declarava: Agora você não é mais pagão e sim cristão.
Com a eminência da chegada da sexta-feira Santa os padres logo avisaram que naquele dia não poderiam comer carne de porco. Somente peixe era permitido.
Ao meio-dia de sexta feira, os padres avistaram a fumaça de uma grande fogueira e ao se aproximarem avistaram enormes espetos de carne de porco assando.
- Sacrilégio! Nós avisamos que não poderiam comer carne nesse dia. Somente peixe!
- Calma padre. Antes de iniciar o churrasco nós pegamos uma bacia com a água que sobrou do nosso batismo, jogamos nos porcos e dissemos:
- Agora vocês não são mais porcos. Agora são peixe!"
PROVA:
1ª Parte: Comente o texto;
2ª Parte: Descreva a crítica social do autor utilizando os elementos trabalhados em Sociologia e Filosofia;
OBS.: Logo são duas provas em uma, onde a primeira parte, do comentário da história é única e depois duas respostas distintas.
Boa Prova!
O que muda? Nada! O tecido do biquini é o mesmo na maioria das vezes, no caso da calcinha o tecido está presente cobrindo uma extensão muito maior do que o biquini. Soutien, idem.
Porque um só pode ser usado e visto por alguém íntimo e o outro, mais exíguo e revelador pode circular em público no meio de completos estranhos?
A resposta está no que as pessoas resolveram convencionar do que é certo e do que é errado. As elucubrações acima me trazem à lembrança um fato que supostamente aconteceu em alguma ilha da Polinésia e que vou contar com minhas palavras:
Alguns padres chegaram chegaram a uma ilha, um pedaço do paraíso, onde “selvagens” viviam adorando deuses que não eram permitidos pelas convenções dos religiosos. Logo os visitantes trataram de expurgar aquilo dos nativos e impôr-lhes a verdade deles, que segundo eles era a certa e a melhor.
Bueno, voltando aos padres: Fizeram uma cerimônia onde foram batizados todos os nativos. Consistia em aspergir em suas cabeças água devidamente abençoada por um deles. Com essa simples cerimônia eles passariam de pagãos a cristãos e estariam aptos a iniciar uma vida de sofrimento e lamentações e, depoooois, beeem depois, daí sim iriam para o paraíso. Paraíso agora? Nem pensar!
Todos fizeram uma fila e após um dos padres jogar água na cabeça do nativo, declarava: Agora você não é mais pagão e sim cristão.
Com a eminência da chegada da sexta-feira Santa os padres logo avisaram que naquele dia não poderiam comer carne de porco. Somente peixe era permitido.
Ao meio-dia de sexta feira, os padres avistaram a fumaça de uma grande fogueira e ao se aproximarem avistaram enormes espetos de carne de porco assando.
- Sacrilégio! Nós avisamos que não poderiam comer carne nesse dia. Somente peixe!
- Calma padre. Antes de iniciar o churrasco nós pegamos uma bacia com a água que sobrou do nosso batismo, jogamos nos porcos e dissemos:
- Agora vocês não são mais porcos. Agora são peixe!"
PROVA:
1ª Parte: Comente o texto;
2ª Parte: Descreva a crítica social do autor utilizando os elementos trabalhados em Sociologia e Filosofia;
OBS.: Logo são duas provas em uma, onde a primeira parte, do comentário da história é única e depois duas respostas distintas.
Boa Prova!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Me esqueci do Dia do Professor!
É uma barbaridade!
Passou e eu me esqueci! O Dia do Professor!
Tudo bem que não é lá essas grandes coisas, digo isso porque se fosse era feriado!
Não, não é feriado! Se fosse, os professores, os maiores interessados, não mudariam o dia! Feriado que é feriado não se muda, ou pior, não se trabalha! Mas professor, no seu dia... muda, talvez para que neste dia os alunos lembrem dele... sei lá!
Nunca mudamos o Natal, o dia da padroeira, o dia de finados, isso... se pensou que não é a mesma coisa, pensou tal e qual os professores! E talvez por isso nem eles mesmos (nós) pensemos que vale a pena, assim o mesmo deve valer para o secretário de educação, o ministro da educação ou o dono de escola...
Bom, frustrações a parte, vamos ao que me trouxe aqui:
Conheci alguns ex-professores muito legais:
Os que fazem 'chamada' na praça e reclamam com os transeuntes estão atrapalhando a aula;
Os que só deixam os membros da família falarem se erguerem a mão!
Os que começam as palavras e espe... ram que os ouvintes as comple... tem;
Os que ao darem uma simples explicação (onde fica a rua tal?) explicam minuciosamente, perguntam se você entendeu, pedem para que repita e explicam de novo;
Os que, mesmo aposentados, carregam livros e cadernos em uma pasta, bem como algumas barras de giz e apagador, para anotar, reler ou explicar alguma coisa;
Os que ao rabiscar o chão para explicar algo, escrevem, desenham e utilizam nesses momentos vários estágios (quadros conceituais ou esquemas) e ainda colocam a data e o assunto;
Os que só ouvem se chamados de 'professor Fulano', senão continuam seu caminho sem saber o que está acontecendo;
Os que ao serem questionados sobre alguém, além de responderem, classificam, comparam, comentam e avaliam o indivíduo citado;
Os que lembram de todos os alunos e alunas, que sabem de suas famílias e não poupam esforços para acompanhar os filhos destes e dar conselhos;
Os que ao levarem seus amigos para conhecer a cidade onde mora, leva a frente de todas as escolas onde trabalhou e rememora situações peculiares;
Os que se reúnem com antigos colegas, e como numa sala de professores lembram dos alunos, dos coordenadores e direções, falam das greves, das fofocas do cotidiano de seu tempo;
Os que sonham que ainda estão na ativa e acordam cedo revisando um conteúdo e uma nova abordagem para a aula;
Os que só conseguem relaxar com um bom barulho de sirene seguido de gritos e assobios;
Os que mesmo afastados só falam de seus alunos, colegas e escola;
Os que odeiam ser professores, pois na verdade o nome deveria ser mártir;
Os que amam ser mártir por que é isso que é ser professor;
Os que mesmo depois de muito tempo, ainda tem idéias para arrumar a educação e mesmo aposentados brigam por isso;
Conheço também professores:
Os que não são professores, mas ministram aulas copiando seus professores antigos;
Os que acreditam que isso passa, que vai passar e uma luz vai aparecer no fim do túnel;
Os que não acreditam na Escola, e por isso estão lá para corrigir as coisas;
Os que sonham com a aula perfeita e como se fossem os números da loteria arriscam tudo para fazê-la acontecer;
Os que amam o primeiro e o último dia de aula;
Os que se maravilham com o aprendizado de seus alunos, 'obra minha!'
Os que defendem sua escola, seus colegas e alunos, mesmo que acredite em todos os insultos que ouviram;
Os que dizem na/a 'minha escola', na/a 'minha sala', na/a 'minha turma', os 'meus alunos', a 'minha matéria', os que se apropriam e são;
Os que vivem em uma imensa sala de aula, que é seu mundo, e se vêem importantes na vida de todo aquele que precisa de sua ajuda ou instrução;
Os que, mesmo sabendo as respostas, ajudam seus ouvintes a se sentirem donos de seus próprios progressos e conhecimentos e aprendam sem que percebam sua interferência;
Os que se importam tanto com seus alunos que perdem sua identidade e ficam deprimidos, estressados e no fundo... se culpando, acreditando que podiam ser melhores, se isso ou aquilo...
Os que mesmo sem materiais, ou recursos ensinam;
Os que sem formação específica, aceitam o desafio e fazem seu melhor;
Os que contam os dias para se aposentar... acreditando que querem parar, mas na verdade começam a se preparar para aguentar a saudade.
Feliz dia dos professores, mesmo que vá ser comemorado depois!
Passou e eu me esqueci! O Dia do Professor!
Tudo bem que não é lá essas grandes coisas, digo isso porque se fosse era feriado!
Não, não é feriado! Se fosse, os professores, os maiores interessados, não mudariam o dia! Feriado que é feriado não se muda, ou pior, não se trabalha! Mas professor, no seu dia... muda, talvez para que neste dia os alunos lembrem dele... sei lá!
Nunca mudamos o Natal, o dia da padroeira, o dia de finados, isso... se pensou que não é a mesma coisa, pensou tal e qual os professores! E talvez por isso nem eles mesmos (nós) pensemos que vale a pena, assim o mesmo deve valer para o secretário de educação, o ministro da educação ou o dono de escola...
Bom, frustrações a parte, vamos ao que me trouxe aqui:
Conheci alguns ex-professores muito legais:
Os que fazem 'chamada' na praça e reclamam com os transeuntes estão atrapalhando a aula;
Os que só deixam os membros da família falarem se erguerem a mão!
Os que começam as palavras e espe... ram que os ouvintes as comple... tem;
Os que ao darem uma simples explicação (onde fica a rua tal?) explicam minuciosamente, perguntam se você entendeu, pedem para que repita e explicam de novo;
Os que, mesmo aposentados, carregam livros e cadernos em uma pasta, bem como algumas barras de giz e apagador, para anotar, reler ou explicar alguma coisa;
Os que ao rabiscar o chão para explicar algo, escrevem, desenham e utilizam nesses momentos vários estágios (quadros conceituais ou esquemas) e ainda colocam a data e o assunto;
Os que só ouvem se chamados de 'professor Fulano', senão continuam seu caminho sem saber o que está acontecendo;
Os que ao serem questionados sobre alguém, além de responderem, classificam, comparam, comentam e avaliam o indivíduo citado;
Os que lembram de todos os alunos e alunas, que sabem de suas famílias e não poupam esforços para acompanhar os filhos destes e dar conselhos;
Os que ao levarem seus amigos para conhecer a cidade onde mora, leva a frente de todas as escolas onde trabalhou e rememora situações peculiares;
Os que se reúnem com antigos colegas, e como numa sala de professores lembram dos alunos, dos coordenadores e direções, falam das greves, das fofocas do cotidiano de seu tempo;
Os que sonham que ainda estão na ativa e acordam cedo revisando um conteúdo e uma nova abordagem para a aula;
Os que só conseguem relaxar com um bom barulho de sirene seguido de gritos e assobios;
Os que mesmo afastados só falam de seus alunos, colegas e escola;
Os que odeiam ser professores, pois na verdade o nome deveria ser mártir;
Os que amam ser mártir por que é isso que é ser professor;
Os que mesmo depois de muito tempo, ainda tem idéias para arrumar a educação e mesmo aposentados brigam por isso;
Conheço também professores:
Os que não são professores, mas ministram aulas copiando seus professores antigos;
Os que acreditam que isso passa, que vai passar e uma luz vai aparecer no fim do túnel;
Os que não acreditam na Escola, e por isso estão lá para corrigir as coisas;
Os que sonham com a aula perfeita e como se fossem os números da loteria arriscam tudo para fazê-la acontecer;
Os que amam o primeiro e o último dia de aula;
Os que se maravilham com o aprendizado de seus alunos, 'obra minha!'
Os que defendem sua escola, seus colegas e alunos, mesmo que acredite em todos os insultos que ouviram;
Os que dizem na/a 'minha escola', na/a 'minha sala', na/a 'minha turma', os 'meus alunos', a 'minha matéria', os que se apropriam e são;
Os que vivem em uma imensa sala de aula, que é seu mundo, e se vêem importantes na vida de todo aquele que precisa de sua ajuda ou instrução;
Os que, mesmo sabendo as respostas, ajudam seus ouvintes a se sentirem donos de seus próprios progressos e conhecimentos e aprendam sem que percebam sua interferência;
Os que se importam tanto com seus alunos que perdem sua identidade e ficam deprimidos, estressados e no fundo... se culpando, acreditando que podiam ser melhores, se isso ou aquilo...
Os que mesmo sem materiais, ou recursos ensinam;
Os que sem formação específica, aceitam o desafio e fazem seu melhor;
Os que contam os dias para se aposentar... acreditando que querem parar, mas na verdade começam a se preparar para aguentar a saudade.
Feliz dia dos professores, mesmo que vá ser comemorado depois!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Tem cada uma...
Coisas esquisistas sempre acontecem, e acontecem de modo também muito estranho!
Em uma aula de 'Humanas', com uma certa 'Turma' realizamos um debate sobre o processo eleitoral, aproveitando o frescor do momento na cabeça dos acadêmicos.
Bom lembrar que a discussão foi sobre o processo e não sobre candidatos ou 'as eleições' em si!
Das conclusão voluntárias, que são aquelas que aparecem antes de uma intervenção, obtemos algumas coisas... bem... vou apresentar a mais preocupante:
- O sistema eleitoral (democracia, representatividade, etc.) funciona e é bom, o problema é que o eleitor não sabe usar.
Com a qual podemos concluir que:
O que importa é a ferramenta e não quem vai usá-la!
O que importa é a qualidade virtual (potencial) e não a realidade!
Enfim...
O que importa é o que dizem ser o melhor (mesmo não existindo), e não o que é por si só que é único, e logo, o melhor e o pior ao mesmo tempo, ou seja a realidade!
Penso que, com a lógica construída nesta ocasião, a mesma seria aplicada da seguinte forma:
'Eu ministrei a melhor aula do mundo (na minha opinião), se os alunos não aprenderam, troco os alunos!'
Tenham um bom dia!
Em uma aula de 'Humanas', com uma certa 'Turma' realizamos um debate sobre o processo eleitoral, aproveitando o frescor do momento na cabeça dos acadêmicos.
Bom lembrar que a discussão foi sobre o processo e não sobre candidatos ou 'as eleições' em si!
Das conclusão voluntárias, que são aquelas que aparecem antes de uma intervenção, obtemos algumas coisas... bem... vou apresentar a mais preocupante:
- O sistema eleitoral (democracia, representatividade, etc.) funciona e é bom, o problema é que o eleitor não sabe usar.
Com a qual podemos concluir que:
O que importa é a ferramenta e não quem vai usá-la!
O que importa é a qualidade virtual (potencial) e não a realidade!
Enfim...
O que importa é o que dizem ser o melhor (mesmo não existindo), e não o que é por si só que é único, e logo, o melhor e o pior ao mesmo tempo, ou seja a realidade!
Penso que, com a lógica construída nesta ocasião, a mesma seria aplicada da seguinte forma:
'Eu ministrei a melhor aula do mundo (na minha opinião), se os alunos não aprenderam, troco os alunos!'
Tenham um bom dia!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
As coisa voltando aos normal.... (o erro é proposital)
Caros leitores e ocasionais leitores...
A Província de São Pedro parece se alinhar novamente:
Meu time segue ganhando! (Melhor campanha do 2º turno)
E mesmo sendo contra os princípios do Renato, saímos da Zona!!
O Rio Grande do Sul mostra que a coisa 'táva feia' e volta (ou melhor, vota) mostrando quando dói uma saudade!
A Província de São Pedro parece se alinhar novamente:
Meu time segue ganhando! (Melhor campanha do 2º turno)
E mesmo sendo contra os princípios do Renato, saímos da Zona!!
O Rio Grande do Sul mostra que a coisa 'táva feia' e volta (ou melhor, vota) mostrando quando dói uma saudade!
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