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Depois de um certo tempo de convívio, não repetimos mais as coisas importantes que já dissemos...
Dissemos muitas vezes e nunca cansamos de repetir... mas sei lá porque... paramos de dizer!
Dessas coisas erradas que fizemos como esquecer de agradecer, de não falar como as pessoas são importantes, de como mexem em nossas vidas... podemos nos redimir (muito precariamente) em datas como aniversários, natais e outras datas...
Deveriam ensinar-nos de verdade que não podemos deixar de falar o que sentimos... mesmo se for óbvio!
Assim, compartilho com o mundo, talvez somando a quantidade de vezes que for lido, possa completar o número de vezes que só pensei e não disse...
Te amo! Você é muito importante! Você merece toda a felicidade e saúde!
Parabéns! Te amamos!
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Professor Adjunto da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT/Sinop, Instituto de Ciências Naturais Humanas e Sociais - ICNHS Atualmente doutorando - PPGDR - Unijuí/UniLaSalle
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Respostas sem perguntas? Lendo o que não foi escrito!
Algumas coisas são o que parecem, outras não são e nem se parecem!
Existem espaços na Internet onde encontramos coisas bem interessantes e um destes lugares é o Twitter, onde e devido ao formato da comunicação, algumas vezes (na maioria) encontramos respostas, mas não sabemos as perguntas... podemos é claro imaginá-las.
O caso é o seguinte: como os twitters tornam-se interessantes, se não sabemos o que estamos lendo?
Não sabemos o que estão fazendo, nem onde estão, nem com quem estão falando, ou ainda sobre o que falam!
Me parece correto afirmar que os textos são lidos e reinventados pelos leitores, não são produtos de autores, são ao serem lidos, propriedade do leitor que os interpreta e dá sentido!
Até mais!
Existem espaços na Internet onde encontramos coisas bem interessantes e um destes lugares é o Twitter, onde e devido ao formato da comunicação, algumas vezes (na maioria) encontramos respostas, mas não sabemos as perguntas... podemos é claro imaginá-las.
O caso é o seguinte: como os twitters tornam-se interessantes, se não sabemos o que estamos lendo?
Não sabemos o que estão fazendo, nem onde estão, nem com quem estão falando, ou ainda sobre o que falam!
Me parece correto afirmar que os textos são lidos e reinventados pelos leitores, não são produtos de autores, são ao serem lidos, propriedade do leitor que os interpreta e dá sentido!
Até mais!
sábado, 22 de janeiro de 2011
Tudo de novo! (Tente outra vez)
O tal de Ano Novo encanta (ilude) muita gente e tem gente que gosta e espera....
Como se a data, que comemora a eternidade (ou alguns bilhões de anos) de um ciclo ligado ao sol fosse a desculpa para que possamos começar tudo de novo, ter uma nova chance... taí uma invenção humana das mais incríveis e difíceis de explicar.
Acho que o fato de ser professor de História me imunizou de algumas coisas!
A criação do calendário (ou uma idéia sobre o tempo) já vem de muito, muito tempo atrás, acredito que sem isso iriamos ter sérios problemas com a coleta. a caça e a agricultura, mas.. porque tudo mais ficou preso aí?
Cada ano que vem me lembra o Raul Seixas - Tente outra vez - continue trabalhando, mas faça melhor, continue amando, mas faça melhor, continue sofrendo, mas faça melhorar!
Não sou contra, acho até que deviamos fazer mais anos novos... uns quatro por ano (como bimestres na escola), as coisas seriam melhores porque nos daríamos mais chances de melhorar!
Tenham um Ano Novo a cada dia! Se permitam tentar de novo sem ter de esperar!
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Como se a data, que comemora a eternidade (ou alguns bilhões de anos) de um ciclo ligado ao sol fosse a desculpa para que possamos começar tudo de novo, ter uma nova chance... taí uma invenção humana das mais incríveis e difíceis de explicar.
Acho que o fato de ser professor de História me imunizou de algumas coisas!
A criação do calendário (ou uma idéia sobre o tempo) já vem de muito, muito tempo atrás, acredito que sem isso iriamos ter sérios problemas com a coleta. a caça e a agricultura, mas.. porque tudo mais ficou preso aí?
Cada ano que vem me lembra o Raul Seixas - Tente outra vez - continue trabalhando, mas faça melhor, continue amando, mas faça melhor, continue sofrendo, mas faça melhorar!
Não sou contra, acho até que deviamos fazer mais anos novos... uns quatro por ano (como bimestres na escola), as coisas seriam melhores porque nos daríamos mais chances de melhorar!
Tenham um Ano Novo a cada dia! Se permitam tentar de novo sem ter de esperar!
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