Duas são as interpretações do título, uma se refere a ação que funda o indivíduo (criatura política) e outra, que determina o momento de uma ação balizada pela lógica, ou ética política.
Mesmo indissociável, em minha percepção, estas duas facetas se demonstram distintas no imaginário coletivo de nossos compatriotas, que de modo ingênuo, percebem o mundo como um espaço onde realizam ações, mas que não se percebem como sendo estas ações.
Como assim?
Quando votamos (gosto da expressão sufragamos), assumimos uma ação política direta e formal,também quando negociamos dentro de um sindicato, assumimos novamente esta característica ordinária da política, mas quando apenas somos em casa, ou no trabalho parece que não nos concebemos como seres políticos (coisa que somos), e recriamos em nossas mentes a idéia do natural (social sem política), determinando a ação política como artificial à nós.
Neste ponto é que tudo se torna extremamente perigoso ao que ignora sua condição permanente de integrante da sociedade (naturalmente político), pois possibilita e efetiva a passividade social que o conduzirá e o manipulará a aceitar, agir e reproduzir uma sociedade onde não se percebe como responsável, onde não tem identidade.
Com isso surge a ausência de comprometimento cotidiano, que caracteriza a identidade nacional, o orgulho... coisa que percebemos exageradamente no mundo do torcedor brasileiro, onde discute a ação internacional de exploração de jogadores de base, salários gigantescos, a ação dos cartolas, a participação dos dirigentes do seu time, etc.
Enfim a reconstrução da identidade alheia a realidade possibilita a política de 'Pão e Circo", onde não percebemos que o palhaço, o dono do circo, a platéia e o pão são a política e o seus políticos.
Professor Adjunto da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT/Sinop, Instituto de Ciências Naturais Humanas e Sociais - ICNHS Atualmente doutorando - PPGDR - Unijuí/UniLaSalle
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
No Futuro de Hoje...
Bom, começa assim...
Lá pela minha adolescência, numa reunião de jovens religiosos, nas dependências da paróquia, desenvolveu-se a pergunta que percorria a circunferência formada no centro da sala, que ficava em um plano elevado, com vistas a nave central da igreja.
O que você vai ser/querer no futuro?
Nada de mais, uma pergunta importante, mas bem comum em lugares assim.
Ouvi diversas respostas, todas ligadas a profissões, estudo e família, na maioria ligadas a profissões devo confessar.
Eu era o mais novo, queria impressionar, respondi o que pensava e acreditava que causaria um bom efeito na roda...
"Ser feliz!" (a resposta foi boa acredito, derrubou todas as outras e reiniciou as apresentações)
Hoje posso afirmar que sou e estou feliz, mas não como imaginava que era ser feliz.
A felicidade que imaginava está bem mais distante do que a complexidade deste termo hoje.
Enfim, não sei se consegui plenamente meu desejo, afinal ele parece outra coisa hoje...
Lá pela minha adolescência, numa reunião de jovens religiosos, nas dependências da paróquia, desenvolveu-se a pergunta que percorria a circunferência formada no centro da sala, que ficava em um plano elevado, com vistas a nave central da igreja.
O que você vai ser/querer no futuro?
Nada de mais, uma pergunta importante, mas bem comum em lugares assim.
Ouvi diversas respostas, todas ligadas a profissões, estudo e família, na maioria ligadas a profissões devo confessar.
Eu era o mais novo, queria impressionar, respondi o que pensava e acreditava que causaria um bom efeito na roda...
"Ser feliz!" (a resposta foi boa acredito, derrubou todas as outras e reiniciou as apresentações)
Hoje posso afirmar que sou e estou feliz, mas não como imaginava que era ser feliz.
A felicidade que imaginava está bem mais distante do que a complexidade deste termo hoje.
Enfim, não sei se consegui plenamente meu desejo, afinal ele parece outra coisa hoje...
Um pouco de Galeano
Este texto de Galeano nos faz (ou deveria) refletir sobre o que deixamos que não aconteça:
A história que poderia ter sido
Cristovão Colombo não conseguiu descobrir a América, porque não tinha visto e muito menos passaporte.
Pedro Álvares Cabral foi proibido de desembarcar no Brasil, porque podia contagiar de varíola, de sarampo, de gripe e outras pestes desconhecidas no país.
Hernan Cortez e Francisco Pizarro ficaram na vontade de conquistar o México e o Peru, porque não tinham licença para trabalhar.
Pedro de Alvarado bateu na Guatemala e voltou, sem entrar, e Pedro de Valdivia não conseguiu pisar em terra do Chile porque não tinham atestado policial de nada-consta.
Os peregrinos do Mayflower foram devolvidos ao mar, porque na costa de Massachusetts, não havia vagas para imigração disponíveis.
E aí?!?
O que você poderia ter feito e não fez?
O que você fez que não deixou algo ser?
Continuo pensando, continuo 'historiando'...
A História não conta apenas o que foi , mas também, nos possibilita a compreender como poderia ter sido.
Por isso, os Historiadores são tão caros e perigosos para a sociedade...
A história que poderia ter sido
Cristovão Colombo não conseguiu descobrir a América, porque não tinha visto e muito menos passaporte.
Pedro Álvares Cabral foi proibido de desembarcar no Brasil, porque podia contagiar de varíola, de sarampo, de gripe e outras pestes desconhecidas no país.
Hernan Cortez e Francisco Pizarro ficaram na vontade de conquistar o México e o Peru, porque não tinham licença para trabalhar.
Pedro de Alvarado bateu na Guatemala e voltou, sem entrar, e Pedro de Valdivia não conseguiu pisar em terra do Chile porque não tinham atestado policial de nada-consta.
Os peregrinos do Mayflower foram devolvidos ao mar, porque na costa de Massachusetts, não havia vagas para imigração disponíveis.
E aí?!?
O que você poderia ter feito e não fez?
O que você fez que não deixou algo ser?
Continuo pensando, continuo 'historiando'...
A História não conta apenas o que foi , mas também, nos possibilita a compreender como poderia ter sido.
Por isso, os Historiadores são tão caros e perigosos para a sociedade...
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Desta vez sem Asimov
Minhas férias chegam ao fim e desta vez carrego uma frustração...
Não li nada do Isaac Asimov!
Para lembrar (copiado da Wikipédia):
Não li nada do Isaac Asimov!
Para lembrar (copiado da Wikipédia):
- 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
- 2ª lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
- 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.
- Lei Zero: Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por omissão, permitir que ela sofra algum mal.
sábado, 24 de julho de 2010
O Tempo (infelizmente) não para!
Quando achei que minhas férias estavam começando... não estava, pelo contrário, estavam quase no fim e já estava trabalhando...
Não acredito na máxima de quem pouco tempo tem, mais coisas faz! Pelo menos não é totalmente verdadeira.
Mas a preocupação não é com o cotidiano imediato de nossa percepção é com algumas informações que tento processar e não consigo!
A relatividade (geral ou não) me atormenta quando o universo é fotografado... como se fotografa tempo?
Me contaram que uma estrela muito longe pode já não existir, mas eu vejo o passado no presente... Ou seja não se vê a estrela, sempre observamos sua luz!
Tudo bem... tudo bem, mas se existem distorções devido ao trajeto (cheio de coisas pesadas e massudas) e a luz se desvia e com isso o tempo também se altera... será que eu observo não só luz, mas espaço e tempo ao mesmo tempo?
Ao meu lado conto com um ser humano em processo de construção, ele tem cinco anos e me diz: 'isso é impossível, sei bem disso' (curioso não!?)!
Quando me dizem que uma nebulosa tem 5 milhões de anos luz, isso é uma distância/espaço que vejo na foto, ou tempo, que revela que aquela luz, que não está lá, mas apenas um rastro que está se propagando até aqui?
Como posso me preocupar com meu tempo de férias? Penso se minhas férias poderiam ser contadas com um tempo de outro planeta, onde o tempo sofrendo com o peso do planeta, demore mais para passar...
O que me leva a questão, se eu estiver em Júpiter (na órbita) fico mais novo, ou mais velho, e as distâncias seriam diferentes? As fotografias seriam outras?
E... não sei...
Não acredito na máxima de quem pouco tempo tem, mais coisas faz! Pelo menos não é totalmente verdadeira.
Mas a preocupação não é com o cotidiano imediato de nossa percepção é com algumas informações que tento processar e não consigo!
A relatividade (geral ou não) me atormenta quando o universo é fotografado... como se fotografa tempo?
Me contaram que uma estrela muito longe pode já não existir, mas eu vejo o passado no presente... Ou seja não se vê a estrela, sempre observamos sua luz!
Tudo bem... tudo bem, mas se existem distorções devido ao trajeto (cheio de coisas pesadas e massudas) e a luz se desvia e com isso o tempo também se altera... será que eu observo não só luz, mas espaço e tempo ao mesmo tempo?
Ao meu lado conto com um ser humano em processo de construção, ele tem cinco anos e me diz: 'isso é impossível, sei bem disso' (curioso não!?)!
Quando me dizem que uma nebulosa tem 5 milhões de anos luz, isso é uma distância/espaço que vejo na foto, ou tempo, que revela que aquela luz, que não está lá, mas apenas um rastro que está se propagando até aqui?
Como posso me preocupar com meu tempo de férias? Penso se minhas férias poderiam ser contadas com um tempo de outro planeta, onde o tempo sofrendo com o peso do planeta, demore mais para passar...
O que me leva a questão, se eu estiver em Júpiter (na órbita) fico mais novo, ou mais velho, e as distâncias seriam diferentes? As fotografias seriam outras?
E... não sei...
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Acabamento
Comentários sobre "SobreViverEmSinop":
Creio, e não duvidem disso, que acabamentos (detalhes finais de um trabalho) são perspectivas endoculturais, ou seja, são fruto da cultura do meio em que nos construímos enquanto Homens (termo que define humano+cultura).
Apresento-lhe uma perspectiva distinta, funcional e prática:
"Vai como se pode" ou "Tipo Celso"
Fui criado em uma família grande, onde fazer funcionar é mais consistente do que ficar agradável ao crivo dos outros, assim 'se funciona', se 'não oferece riscos' ou ainda agrega 'durabilidade', está perfeito e pode ser chamado de 'provisório' (um para sempre até que a morte nos separe...).
A expressão 'Tipo Celso' se dá a história do grupo, onde um trabalhador, este dedicado, efetivo, que resolvia os problemas, mesmo sem acabamento, que compartilhou sua vida nestes momentos com a minha família.
Ainda realizo coisas 'Tipo Celso', coisas como uma tomada de energia não necessariamente precisa de instalações embutidas, ou fixadas com produtos específicos... serve uma extensão solta embaixo do tapete, ou ainda percorrendo o roda pé sob a cortina! Com fino arremate de pregos inclinados que seguram o fio, e possibilitam sua remoção em caso de 'faxina extrema'.
O uso de Benjanins (conheço como T) nas tomadas, não me assusta, desde que com cargas aceitáveis de energia e fixação correta, nada frouxo.
Materiais alternativos e suas combinações com a realidade social são perfeitos, algo como, suspender a gaiola dos pequenos roedores aqui de casa no teto com a alça de uma bolsa de viagem, ao invés de correntes ou suportes apropriados.
Enfim, o que me importa é se funciona, se está cumprindo a tarefa, se é eficiente e eficaz.
A beleza está na criatividade e na ação e não (nunca) no acabamento.
O exemplo mais legal que me ocorre é de um filme de Jerry Lewis, onde utiliza uma luva de borracha para dar mamadeira para gêmeos múltiplos.
Creio, e não duvidem disso, que acabamentos (detalhes finais de um trabalho) são perspectivas endoculturais, ou seja, são fruto da cultura do meio em que nos construímos enquanto Homens (termo que define humano+cultura).
Apresento-lhe uma perspectiva distinta, funcional e prática:
"Vai como se pode" ou "Tipo Celso"
Fui criado em uma família grande, onde fazer funcionar é mais consistente do que ficar agradável ao crivo dos outros, assim 'se funciona', se 'não oferece riscos' ou ainda agrega 'durabilidade', está perfeito e pode ser chamado de 'provisório' (um para sempre até que a morte nos separe...).
A expressão 'Tipo Celso' se dá a história do grupo, onde um trabalhador, este dedicado, efetivo, que resolvia os problemas, mesmo sem acabamento, que compartilhou sua vida nestes momentos com a minha família.
Ainda realizo coisas 'Tipo Celso', coisas como uma tomada de energia não necessariamente precisa de instalações embutidas, ou fixadas com produtos específicos... serve uma extensão solta embaixo do tapete, ou ainda percorrendo o roda pé sob a cortina! Com fino arremate de pregos inclinados que seguram o fio, e possibilitam sua remoção em caso de 'faxina extrema'.
O uso de Benjanins (conheço como T) nas tomadas, não me assusta, desde que com cargas aceitáveis de energia e fixação correta, nada frouxo.
Materiais alternativos e suas combinações com a realidade social são perfeitos, algo como, suspender a gaiola dos pequenos roedores aqui de casa no teto com a alça de uma bolsa de viagem, ao invés de correntes ou suportes apropriados.
Enfim, o que me importa é se funciona, se está cumprindo a tarefa, se é eficiente e eficaz.
A beleza está na criatividade e na ação e não (nunca) no acabamento.
O exemplo mais legal que me ocorre é de um filme de Jerry Lewis, onde utiliza uma luva de borracha para dar mamadeira para gêmeos múltiplos.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Nem só de pão...
Bom, o post não trata de pão ou de religiosidade, mas de linguagem!
Sou avesso a falar dos outros, me resguardo o direito de criticar, elogiar e odiar aos íntimo de meus pensamentos, mas tem coisas que merecem, acredito, serem compartilhadas...
Falar, mesmo sendo uma ação extremamente complexa, é algo simples para os humanos que ouvem e tem um desenvolvimento adequado e suficiente.
Comunicar-se... bom aí é outra história...
Temos os deficientes auditivos com uma incrível capacidade de comunicação através da LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e temos prodígios como poetas que brincam com os códigos e fazem maravilhas com as palavras.
Mas o foco deste post está nas crianças... algumas aprendem a falar, outras aprendem a se comunicar, brincando com palavras experimentando novas práticas...
Aqui, bem pertinho ouço:
Que doido! Muito craque! Show de bola! Maneiro!
São expressões comuns que foram captadas no ar, reordenadas e experimentadas em diversas ocasiões, criando não são palavras, mas conceitos, interpretações...
Lembro com isso das expressões familiares, vocabulários reconstruídos, readaptados, que tornaram rica a experiência da comunicação, a compreensão do contexto, da cultura:
Willian, o cara de Romeu e Julieta, escreveu em uma de suas peças: "Não entendo uma palavra do que me dizes, mas sinto a fúria nelas" (acho que em Otelo).
Me divirto criando palavras com meu filho, recriando as palavras e conhecendo novas, na verdade nos apropriamos da língua, nos tornamos livres e construtores de realidades, sim realidades que serão lidas ou ouvidas como verdades eternas... e nunca questionadas pelos donos de só palavras!
Nem só de pão...
Sou avesso a falar dos outros, me resguardo o direito de criticar, elogiar e odiar aos íntimo de meus pensamentos, mas tem coisas que merecem, acredito, serem compartilhadas...
Falar, mesmo sendo uma ação extremamente complexa, é algo simples para os humanos que ouvem e tem um desenvolvimento adequado e suficiente.
Comunicar-se... bom aí é outra história...
Temos os deficientes auditivos com uma incrível capacidade de comunicação através da LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e temos prodígios como poetas que brincam com os códigos e fazem maravilhas com as palavras.
Mas o foco deste post está nas crianças... algumas aprendem a falar, outras aprendem a se comunicar, brincando com palavras experimentando novas práticas...
Aqui, bem pertinho ouço:
Que doido! Muito craque! Show de bola! Maneiro!
São expressões comuns que foram captadas no ar, reordenadas e experimentadas em diversas ocasiões, criando não são palavras, mas conceitos, interpretações...
Lembro com isso das expressões familiares, vocabulários reconstruídos, readaptados, que tornaram rica a experiência da comunicação, a compreensão do contexto, da cultura:
Willian, o cara de Romeu e Julieta, escreveu em uma de suas peças: "Não entendo uma palavra do que me dizes, mas sinto a fúria nelas" (acho que em Otelo).
Me divirto criando palavras com meu filho, recriando as palavras e conhecendo novas, na verdade nos apropriamos da língua, nos tornamos livres e construtores de realidades, sim realidades que serão lidas ou ouvidas como verdades eternas... e nunca questionadas pelos donos de só palavras!
Nem só de pão...
Problemas reias no mundo virtual
Há tempos tento desenvolver um boneco do Bill Gates, para poder socá-lo, atirar na parede e discutir e brigar... alivia a tensão e evita tapas no monitor, ou mouses estragados...
Deve ser um boneco de uns 20 cm, de material macio e que tenha os óculos presos, mas que fiquem tortos e rotos como o cabelo e a roupa. Um toque especial deverá ser acrescido, uma voz a cada pancada que diria coisas como: 'Desculpe', "Eu mereço", 'Eu não sabia, desculpe', "Ai, ai, doeu", coisa assim...
Não quero ganhar dinheiro com isso, mas se alguém desenvolver este instrumento de PAZ e RECONCILIAÇÃO com a sanidade mental do usuário, peço a gentileza dos créditos intelectuais e um suprimento de no mínimo 10 bonecos por semestre, claro que com atualizações de sons e de imagens se forem feitas.
Até mais, vou ali no pátio ver onde descarregar a raiva!
Tenham um bom dia sem o f*lh* d* P*t* do Bill!!
Use LINUX!
Deve ser um boneco de uns 20 cm, de material macio e que tenha os óculos presos, mas que fiquem tortos e rotos como o cabelo e a roupa. Um toque especial deverá ser acrescido, uma voz a cada pancada que diria coisas como: 'Desculpe', "Eu mereço", 'Eu não sabia, desculpe', "Ai, ai, doeu", coisa assim...
Não quero ganhar dinheiro com isso, mas se alguém desenvolver este instrumento de PAZ e RECONCILIAÇÃO com a sanidade mental do usuário, peço a gentileza dos créditos intelectuais e um suprimento de no mínimo 10 bonecos por semestre, claro que com atualizações de sons e de imagens se forem feitas.
Até mais, vou ali no pátio ver onde descarregar a raiva!
Tenham um bom dia sem o f*lh* d* P*t* do Bill!!
Use LINUX!
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Não apenas reze II
Quando era pequeno sempre ouvi que rezar ajudava!
Cresci e continuo ouvindo isso, mas cada vez me parece mais distante.
Não, não é uma questão de crer, fé ou o que valha, é uma questão de lógica...
Se Deus já nos deu a liberdade de escolha... porque iria interferir na ação de outros para nos atender?
Se Deus nos predestinou, poderia Ele se arrepender e mudar de idéia?
Continuo rezando, mas com outras intenções,, rezo para me entender, como que equilibrar as energias, algo tipo um mantra... que reordena as idéias e faz o pensamento e as ações fluirem!
Aconselho rezar, mas não apenas reze... faça as mudanças!
Cresci e continuo ouvindo isso, mas cada vez me parece mais distante.
Não, não é uma questão de crer, fé ou o que valha, é uma questão de lógica...
Se Deus já nos deu a liberdade de escolha... porque iria interferir na ação de outros para nos atender?
Se Deus nos predestinou, poderia Ele se arrepender e mudar de idéia?
Continuo rezando, mas com outras intenções,, rezo para me entender, como que equilibrar as energias, algo tipo um mantra... que reordena as idéias e faz o pensamento e as ações fluirem!
Aconselho rezar, mas não apenas reze... faça as mudanças!
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