quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Quando... de repente tudo muda

Sempre aviso aos acadêmicos que suas vidas irão mudar e que o ingresso neste espaço de conhecimentos e de saberes modificará suas 'cabeças', 'corações' e ' espiritos'.

Mesmo sabendo e tendo vivenciando isso, não uma ou duas vezes, acabo sempre me percebendo nestas mudanças.

"Tudo que é sólido se esfuma no ar" é uma das frases que mais resistem em meu cérebro e talvez por isso, sempre me vejo (que bom que seja assim), em constante mudança.

Bom nisso tudo é que sempre mudamos para mais, levamos muito do que somos e agregamos mais! Quanto mais usamos e compartilhamos nossos saberes, mais acumulamos e temos para compartilhar.

Nada para por aí, amanhã tem mais, essa é a graça e o objetivo do 'jogo'.

Portanto se alguma preocupação, ou crise se avizinha de seus conhecimentos, aproveite, agora é que as coisas começam a valer a pena!

Tudo deve ser novo, não só o 'novo dia', não só as 'novidades' temos que nos manter novos e isso só é possível quando aceitamos quem somos e quem poderemos ser amanhã!

Tenham vários bons novos dias!

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Quando tudo significa: 'menos eu'...

Primeiro assista...

Agora responda...

Isso se ensina ou somos assim?

Recebi por e-mail de Cínthia Branco*

* Professora de História (Estadual-MT)

Técnica em Assuntos Educacionais (UFMT - Sinop)

Mãe do Felipe

Minha esposa

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Como explicar a natureza humana quando...

A apresentação que segue promove constrangimento! Pela inércia social na qual nos encontramos.


Ameno (Era)

Até que ponto isso é natural ou cultural?

Recebido por e-mail de "Pedagogia UNEMAT"*

* Pela Chefe de Departamento - Jaqueline - Infância Roubada

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

É boa, mas tem falhas...

Escreve tão bem que parece ter 100% de razão!

Embora ao meu ver tem só 80%

As partes em vermelho, são destaques dos 20% que acredito serem falha de comunicação, ou uso imbecíl de senso comum.

As partes em azul, são comentários breves (meus)

Carta aberta para Renato Aragão, o nosso Didi. (Na Coluna Digital)

Agosto 30th, 2007

"Sei lá se é real ou não.
Recebi por email e achei bem interessante e expõe o que venho dizendo aos meus amigos e meus filhos ao longo dos anos.

Inclusive cada vez que o Tony Ramos me pede que eu no meu tempo livre vá para uma escola ajudar eu o mando, não pra uma escola, mas pra aquele lugar. (exercitem isso, não se calem na frente da televisão)

Só se estivesse demente eu iria gastar meu tempo de ócio pra fazer uma coisa para qual eu pago, e muito, pro governo fazer. Isso é uma atividade BO, como os remédios aqueles… Bom pra otário! (Texto de Ivens Branco)

Quinta, 23 de agosto de 2007.

Querido Didi, há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências).

Achei (tenha certeza) que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta. (Já era tempo)

Não foi por “algum” motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.(ops, isso não corresponde a coesão de texto, abaixo verás que a mesma alega que o referido Embaixador da UNICEF não tem conhecimento disso)

Didi, não tente me fazer sentir culpada (e nem pode). Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula ( aqui existe um paradoxo... essa pessoa não vivem em uma sociedade democrática e regida por leis? Se tem tal compreensão saberia qual o papel social que possui e teria lido, no mínimo a Constituição, nem digo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB ou o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA). A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da família. (é naquele tempo, tão glorioso minha senhora, estvas trabalhando por uma miséria, menor que a bolsa escola... e ainda tem saudade?)Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não mata ninguém (aqui é o típico senso comum imbecíl que me refiro, tirar a infância de alguém é construir um cidadão? Impedir o desenvolvimento social, intelectual de uma criança e de um adolescente em nome de uma 'pseuda' construção de caráter, imposto e arbitrário e conservadora da sociedade para que reproduza mais filhos da educação de mobra,l do supletivo, ou ainda da Educação de Jovens e Adultos -EJA). Estudei na escola da zona rural, fiz supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária. Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação (aqui está o paradoxo e a falta de coerência), a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos (e sonegados...)! Sem falar dos impostos embutidos em cada alimento, em cada produto que preciso comprar para minha família.(será que ela pede nota fiscal?)

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem (quando você vai ao restaurante e pede 'Filé com Ovo.' e lhe servem 'Carne moída com Jabá", você escreve uma carta ao dono do estabelecimento ou exige pelo que paga?) Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais. O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores (olha aqui... o Deputado que ela escolheu, o vereador o prefeito o senador, gente de casa... e se não gosta ou entende de política, pelo que parece, continue assim, escrevendo carta para outro idiota) dessa dinheirama toda, não tem a educação como prioridade. O dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos) (na minha a merenda é de R$ 0,7!) O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda?
Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é “o cara”. Ele tem a chave do cofre. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas. (como se acredita que presidente é Deus! Será que se o presidente mandar algo maluco ela faz? Tem mais gente lá minha senhora! E sendo jornalista e publicitária, deve saber que o seu setor recebe mais que os presidiários e alunos em subsídios, leis de icentivo, etc...)

No último parágrafo da sua carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da “minha” doação, que a “minha” doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família (como iria fazer alfato, esgoto, comprar as vacinas no exterior, fora a folha com segurança, iluminação, água tratada... é mágica?).Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.

Outra coisa Didi, mande uma carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os professores (fim do concurso público?). Só escolher quem de fato tem vocação (quem tem vocação é padre! Eu não fiz voto nenhum, minha senhora!) para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação (conheço médico que ganha mais de R$ 100,00 por consulta que mata seus clientes por imperícia ou irresponsabilidade) (ninguém veste camisa de nada, somos profissionais e não fanáticos). Peça para ele (eles), também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas, possam desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele (eles) priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando…

Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari (Beleza de Título)

P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal educada: vou rasgá-la antes de abrir." (eu iria mais longe, mandaria enfiar no...)

Uma Carta Aberta está sujeita ser rebatida ou remodelada...

Compatibilidade

Mais uma da Coluna Digital!



Para os analfabetos na língua inglesa...

“Estou tendo problemas com esse telefone. Ele tem mais capacidade do que eu.”

Convenções e seus usos.

Encontrei esta crônica na Coluna Digital e considerei muito boa para apenas ficar por lá!

"Vi na tv uma propaganda das Havaianas onde alguém entra num camarin e uma artista está de calcinha e soutien. Após um grito ela imediatamente se cobre com um robe. Reação natural porque, se por acaso você entrar enganado em um provador feminino de roupas e alguma mulher estiver de calcinha e soutien, provávelmente, haverá uma reação idêntica e ela tentará se cobrir de alguma maneira. Com certeza tal indumentária será muito maior que a mesma em formato igual, usada com orgulho em público e que convencionamos chamar de biquini.
O que muda? Nada! O tecido do biquini é o mesmo na maioria das vezes, no caso da calcinha o tecido está presente cobrindo uma extensão muito maior do que o biquini. Soutien, idem.
Porque um só pode ser usado e visto por alguém íntimo e o outro, mais exíguo e revelador pode circular em público no meio de completos estranhos?
A resposta está no que as pessoas resolveram convencionar do que é certo e do que é errado. As elucubrações acima me trazem à lembrança um fato que supostamente aconteceu em alguma ilha da Polinésia e que vou contar com minhas palavras:
Alguns padres chegaram chegaram a uma ilha, um pedaço do paraíso, onde “selvagens” viviam adorando deuses que não eram permitidos pelas convenções dos religiosos. Logo os visitantes trataram de expurgar aquilo dos nativos e impôr-lhes a verdade deles, que segundo eles era a certa e a melhor. Algo tipo o Renan Calheiros que ele mesmo resolve se vai aplicar uma punição nele mesmo ou não.
Bueno, voltando aos padres: Fizeram uma cerimônia onde foram batizados todos os nativos. Consistia em aspergir em suas cabeças água devidamente abençoada por um deles. Com essa simples cerimônia eles passariam de pagãos a cristãos e estariam aptos a iniciar uma vida de sofrimento e lamentações e, depoooois, beeem depois, daí sim iriam para o paraíso. Paraíso agora? Nem pensar!
Todos fizeram uma fila e após um dos padres jogar água na cabeça do nativo, declarava: Agora você não é mais pagão e sim cristão.
Com a eminência da chegada da sexta-feira Santa os padres logo avisaram que naquele dia não poderiam comer carne de porco. Somente peixe era permitido.
Ao meio-dia de sexta feira, os padres avistaram a fumaça de uma grande fogueira e ao se aproximarem avistaram enormes espetos de carne de porco assando.
- Sacrilégio! Nós avisamos que não poderiam comer carne nesse dia. Sómente peixe!
- Calma padre. Antes de iniciar o churrasco nós pegamos uma bacia com a água que sobrou do nosso batismo, jogamos nos porcos e dissemos:
- Agora vocês não são mais porcos. Agora são peixe!"


Texto trabalhado* em sala de aula, na UFMT (CNM1) na aula de Antropologia (09/10/2007)

Detalhe, esta coluna é produzido por um tio** meu! (Nepotismo??)

* Com alterações
** Ivens Branco

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Orixás! São deuses ou divindades? (Parte I)

Um pouco de Antropologia religiosa...

Este segmento 'Orixás' contará com várias inserções de outros autores, bem como de teorias diferentes que nos ajudam a compreender o universo cultural deste recorte.

"O Africanismo (Nação) teve a sua origem trazida da África para o Brasil pelos negros escravos que nos porões de navios vinham em centenas e depois aos milhares.

Vieram de todas as nações (países) africanos, como: Nigéria, Keto, Oyó, Igexá, Cambinda, Congo, Moçambique e outros.

O Africanismo possui suas raízes diluidas no chão cultural de grandes grupos como Bantus e Sudaneses, (da Costa do Ouro e Costa dos Escravos) povos estes distribuídos por centenas de nações diferentes cujo levantamento verdadeiro tornou-se impossível porque Rui Barbosa após a abolição da escravatura, mandou queimar todos os arquivos que continham as provas e documentos oficiais e extra-oficiais sobre a escravatura negra no Brasil."

Texto extraído do Livro - Axés dos Orixás no Rio Grande do Sul - de Jorge Verardi
Qual a diferença entre um deus e um Orixá?
Qual a diferença entre monoteísmo e monolatria, e ainda politeísmo?
Qual a diferença em, religiosidade africana e religião africana?
Qual a diferença básica na 'relação' com o divino existe entre as religiões que se manifestam no Brasil?
O que cada religião (a sua e outra) tem de diferente?
Estas são algumas perguntas que tentaremos responder, mas não fique só esperando as respostas, responda-as, ou pelo menos tente...

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

O Macaco Nu (2)

Caros acadêmicos, lembro novamente que o texto do arquivo é produto de um processo de 'scanner'(rização) e possui erros gramaticais e ortográficos.

O Macaco Nu (2)

Lembro também que a leitura deste não é obrigatória, mas muito aconselhável!

O texto ajuda no 'pensar' antropológico e contribui de maneira notável para que possamos compreender nossa sociedade.

Boa leitura.