quinta-feira, 10 de junho de 2010

Da onça, eu ouvi, a cobra quase vi!

Já era o fim da tarde de quarta-feira passada, não esta próxima, da outra ainda.

No quiosque da UFMT/CUS, o vigia (também conhecido como guardinha) me comunicou seu encontro com uma cobra, grossa como um braço. Tinha visto perto do bebedouro do Bloco do Xingu.

Ligo para o Veterinário Alexandre (o cara que cria cobra em casa e é especialista em grandes felinos)

Primeiro problema, o Bloco tem duas fontes de água! Em uma lógica arriscada me dirigi para o mais afastado. Errei!

Percorrendo estes espaços de um bebedouro à outro, não encontrava nada!

Na aproximação da segunda opção, encontro 3 acadêmicos que tinha visto a cobra! E me conduzem ao local do contato imediato!

Chegamos no local e os relatos se seguiram.

Chega, parece  que foi tele-transportado, o Alexandre!

Não era grossa como um punho, era menor!

Na passarela desenvolvia uma velocidade e na terra/grama outra (segundo o professor que veio ao resgate - ela precisa de área de atrito).

Tinha um corpo de aproximadamente 1,5 metros e a sua coloração se apresentava de modo anelado (recebeu uma designação que não lembro, sei que termina com 'tidio').

Vasculhamos a área, varetas empurrando mato e cutucando montes de grama secos. (Neste momento estão presentes: Alexandre, Marlon (que é acadêmico de Licenciatura) e este que escreve.

O episódio se desenrola nas plantações experimentais, algo que se assemelha a um laboratório a céu aberto.

Não vi, mas quase... segundo os acadêmicos presentes.

Perdemos uma captura! Mas a parte boa é que ela também se perdeu, ou seja, está, creio eu, a salvo (vai que os acadêmicos que estavam lá resolvessem matá-l?!).

Sinop está 'animal de mais'!

Qualquer hora dessas, conto sobre o Bicho-preguiça resgatado lá perto de casa!

Tenham um bom dia!

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